GERÊNCIA - PLANEJAMENTO
um
bom trabalho no desenvolvimento de um software depende de um bom planejamento.
o tempo é um fator importante, obriga aos gerentes a pensar sobre a forma como
o projeto será iniciado, a necessidade de mão de obra específica para
construção dos diversos outros fatores que serão necessários para o projeto.
Riscos (Análise)
O risco é uma questão importante no projeto, pois envolve mudanças
de mentalidades, opiniões e ações dos gerentes de projeto. possui três pontos
importantes. O que pode acontecer com o projeto final ou continuidade; a
mudança, pode atrasar e trazer reflexos negativos ou positivos, e o último ponto
que é pensar quais ferramentas e métodos serão utilizados.
Riscos (Identificação)
Para
que possamos identificar os riscos no projeto temos identificar quais são
óbvios no desenvolvimento de um projeto. Uma delas é o nível macroscópico, com
os riscos técnicos e os riscos de negócios. Os riscos técnicos identificam
problemas, o risco de negócios, pode destruir um projeto, tendo como base cinco
fatores, o primeiro ter um bom projeto e não conseguir nenhum cliente, o
segundo é ter um produto que não encaixar na empresa, o terceiro é você ter um
bom produto, mas sua equipe de vendas não sabe vender, o quarto é a perda de
apoio por parte da diretoria, e o quinto é a falta de orçamento ou de pessoal
para realização do projeto.
As perguntas são:
Com
relação ao pessoal, trata-se das melhores pessoas de que a empresa dispõe?;
As
pessoas que estão no projeto possuem habilidades certas para o projeto?;
No
projeto existem pessoas suficientes e à disposição?;
O
pessoal envolvido no projeto está comprometido com toda duração do projeto?;
Existe
alguma pessoa que irá trabalhar de maneira parcial no projeto?;
O pessoal
do respectivo projeto foi treinado?;
Existirá
uma rotatividade baixa entre os membros do projeto para ter continuidade?
Essas
perguntas mostrarão ao gerente os riscos na composição de uma equipe.
RISCOS (PROJEÇÃO)
A
projeção de risco, que podemos chamar de estimativa de risco, tenta classificar
cada risco a partir de duas perspectivas: a probabilidade do risco ser real e
as consequências dos riscos. São elas: o estabelecimento de uma escala que
venha a refletir a probabilidade percebida de ocorrência, o delineamento das
consequências, estimativa de impacto de risco no projeto e a notação global de
precisão na projeção.
Riscos (Avaliação)
Em
uma avaliação de riscos de projetos tentamos determinar uma ordem para eles, e
começamos a pensar em como controlar ou evitá-los. Em um contexto de análise de
riscos de software, um risco referente tem um ponto simples que denominamos de
PONTO REFERENTE OU BREAK POINT, em que as decisões de continuidade do projeto
ou de seu encerramento serão tomadas.
Durante uma avaliação de riscos podemos efetuar algumas etapas
conforme abaixo:
1.
Definir o nível de risco referente ao projeto;
2.
Desenvolver relacionamento chama ri, a probabilidade de li e o impacto de xi;
3.
Prever um conjunto de pontos que venha a definir uma região delimitada.
4.
Se tentar prever associações combinadas de riscos que afetarão um nível
referente.
RISCOS (MONITORAÇÃO/GERENCIAMENTO)
Na
atividade de gerenciamento e monitoramento de riscos a descrição, probabilidade
e os impactos de riscos associados a cada riscos são usados como base para o
passo de gerenciamento dos riscos. Temos abaixo um esboço de um plano de
administração e monitoramento dos riscos.
A primeira parte do esboço é a introdução, constituída de:
1.
Escopo e propósito do documento;
2.
Visão geral, subdividida em objetivo e prioridade de se evitar um risco;
3.
Organização, subdividida em administração, responsabilidade, descrições;
4.
Descrição para evitar riscos, subdividida em cronograma, referência e orçamento.
A segunda parte do esboço é análise de risco, constituída de:
1.
Identificação, subdividida em exame dos riscos e classificação dos riscos;
2.
Estimativa, subdividida em, probabilidade, consequência, critérios erros;
3.
Avaliação, subdividida em métodos, limitações, riscos e resultado aplicados.
A terceira parte do esboço é a administração do risco constituída
de:
1.
Recomendações;
2.
Opções para que se possa evitar o erro;
3.
Recomendações para que se possa evitar o erro;
4.
Procedimentos para monitoramento do risco.
5.
E, por último, sendo a quarta parte do esboço temos os apêndices, constituídos
de:
6.
Estimativa risco/situação;
7.
Plano risco/redução.
CRONOGRAMA PARA O PROJETO DE SOFTWARE
Para
que possamos criar o cronograma de um projeto, precisamos delimitar tempo, pois
um projeto tem que ter data final e uma divisão do esforço, dentro do prazo
previsto para o projeto. O esforço em um projeto que tem que ser bem
distribuído, para que se possa tirar melhor proveito de recursos e a data final
bem analisada em consequência do aproveitamento real do esforço. Podemos
considerar um cronograma de projeto muito mais importante do que a precisão na determinação
dos custos do projeto. Porém, se um cronograma não obtiver êxito, poderá causar
insatisfação no cliente, bem como problemas em recursos destinados ao projeto,
proporcionando um aumento nas despesas e o encarecimento do projeto. Na
determinação de um cronograma temos que perceber as relações entre
pessoas/trabalho, ter uma definição de tarefas e paralelismo, distribuição dos
esforços, métodos de determinação de cronograma e rastreamento/ controle de
projeto.
AQUISIÇÃO DE SOFTWARE
Os
gerentes de engenharia de software em muita das vezes precisam tomar decisões,
tais como definir sobre a aquisição ou produção do software. Aqui ressaltamos
que em alguns casos é necessária a compra de um software e a sua posterior
adaptação pelos engenheiros de software às necessidades da empresa. Existem
algumas etapas para se adquirir um software, e são definidas pela criticalidade
do software a ser comprado e o custo final do software.
Quando necessitamos adquirir pacotes de software mais caros
seguimos algumas diretrizes:
1.
Criação de uma especificação funcional do software e de desempenho;
2.
Estimativa de custo para desenvolver o software e a data da entrega;
3.
Escolha de pacotes de software, que venham atender as especificações;
4.
Criar um relatório para que se possa comparar os pacotes de software;
5.
Avaliação dos pacotes candidatos, baseando-se na qualidade do produto, suporte,
direcionamento
e reputação dos fornecedores;
6.
Pedir opinião aos usuários dos softwares candidatos.
Na
tomada de decisão para aquisição do software que será utilizado seguimos as
seguintes condições: data que será entregue o produto, custo de aquisição e
custo de suporte para o software. É muito importante para os gerentes não tomar
decisões apenas visando o preço do produto, mas se ele vai atender por completo
os interesses
da
empresa que vai adquirir.
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